Nascimento alvissareiro
Alegrou o mundo inteiro
Trouxe para aos corações
Amor, paz aos borbotões
Louvemos Jesus, luzeiro
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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
AMOR SELVAGEM
Arranco do teu corpo a vestimenta
Mergulho no prazer dessa loucura
Osculo a minha doce criatura
Retiro o elixir que me alimenta
Sou servo dos caprichos dessa flor
Enleio pleno vindo d'um jardim
Letal, a forte seiva, com vigor
Viaja e toma conta, então, de mim
Ardência, frenesi e sedução
Gravados dentro d'alma e coração
Emergem na carícia e perdição
Mostrando o paraíso inteiro, enfim
Mergulho no prazer dessa loucura
Osculo a minha doce criatura
Retiro o elixir que me alimenta
Sou servo dos caprichos dessa flor
Enleio pleno vindo d'um jardim
Letal, a forte seiva, com vigor
Viaja e toma conta, então, de mim
Ardência, frenesi e sedução
Gravados dentro d'alma e coração
Emergem na carícia e perdição
Mostrando o paraíso inteiro, enfim
LASCÍVIA
Leve-me a um êxtase total
Atice a libido do meu ser
Sorria para mim tão sensual
Carinhos e afagos quero ter
Imploro que lhe deixe possuir
Vislumbro a sedução que está por vir
Inquieto, sinto o peito explodir
Amada, é tão forte esse querer
Atice a libido do meu ser
Sorria para mim tão sensual
Carinhos e afagos quero ter
Imploro que lhe deixe possuir
Vislumbro a sedução que está por vir
Inquieto, sinto o peito explodir
Amada, é tão forte esse querer
LOUCO AMOR
Luar por testemunha, almas puras
Osculam-se vorazes e flutuam
Um só anseio une as criaturas
Carnais desejos são suas procuras
Olhando um ao outro se cultuam
Arfantes, enlevados... que avidez!
Mulher e homem lá, entorpecidos
Os corpos desfalecem... languidez!
Raro prazer... e perdem os sentidos
Osculam-se vorazes e flutuam
Um só anseio une as criaturas
Carnais desejos são suas procuras
Olhando um ao outro se cultuam
Arfantes, enlevados... que avidez!
Mulher e homem lá, entorpecidos
Os corpos desfalecem... languidez!
Raro prazer... e perdem os sentidos
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